Como conecto a Google Maps a um fluxo de decisão?
Adicione a Google Maps como uma conexão no seu workspace, autenticando com uma chave de API, com as credenciais que o seu próprio contrato emitiu — a ArboRule chama o provedor no seu lugar e nunca assume um contrato por você. Depois que a conexão existe, qualquer fluxo do workspace pode colocar um nó de Conexão e escolher uma das operações dela. As credenciais ficam na conexão, não no fluxo, então quem cuida da política usa a Google Maps em uma decisão sem nunca ver o segredo.
Dá para testar a Google Maps sem tocar em produção?
A Google Maps expõe um host só para os dois ambientes, então não existe um sandbox separado para apontar. As execuções de teste continuam rodando no Sandbox e ficam registradas à parte no histórico de decisões, mas a chamada vai para o mesmo lugar que a de produção — então proteja isso com credenciais de teste, limites de taxa ou dados seus.
O que um fluxo pode chamar na Google Maps?
2 operações: “Validar e geocodificar um endereço”, “Validar coordenadas contra um endereço”. Cada uma é um passo que você coloca no editor e mapeia nos campos que suas regras leem, e a maioria dos fluxos começa por “Validar e geocodificar um endereço”. A lista vem do mesmo manifesto que o motor usa para fazer a chamada, então esta página não consegue descrever uma operação que o produto não tem.
Em que ponto de uma decisão a Google Maps deve ser chamada?
O endereço é uma entrada em que outros sistemas vão confiar, então vale resolvê-lo para uma forma canônica antes de ele virar um campo em um cadastro de crédito ou em um registro de KYC. A chamada é barata e cabe cedo, enquanto corrigir a entrada ainda sai de graça.